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Aplicativos ganham alta tendência para 2022

Mercado de apps terá cenário positivo neste ano, com destaque para aplicativos multifuncionais locais

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As instalações de aplicativos em aparelhos celulares tiveram um crescimento de 31% no primeiro trimestre de 2021. A informação é do relatório anual Global App Trends 2021, da Adjust, plataforma global de app marketing analytics. O relatório – realizado com base nos top 2 mil aplicativos mais baixados, além de um conjunto de dados de softwares de e-commerce, fintech e jogos  – estuda as tendências de longo prazo em taxas globais de instalação, sessão, tempo gasto in-app, retenção e reatribuição.

Paralelamente, o número de horas em que o brasileiro se mantém conectado aos softwares cresceu 45%, elevando o país à primeira posição, com a maior média de tempo gasto em aplicativos em 2021, conforme pesquisa realizada pela App Annie, agência focada em análise do mercado mobile e de aplicativos e divulgada pela revista Forbes.

De acordo com o balanço, que leva em conta resultados do segundo trimestre do último ano, a média de tempo de uso dos apps no país é de 5,4 horas por dia. Em segundo e terceiro lugar vêm a Indonésia, com 5,3 horas, e a Índia, com 4,9 horas.

A nível mundial, os usuários de iOS e Android fizeram mais de 140 bilhões de downloads, segundo o mesmo relatório da App Annie. Com 8%, o Brasil ocupa o terceiro lugar no número de softwares baixados, logo atrás dos Estados Unidos, com 9%, e da Índia, que lidera a listagem com 20% do total.

Mercado de apps tem tendência de alta em 2022

Paulo Finn Sostisso, fundador da AppDaqui – empresa que atua com criação de aplicativo multifuncional local -, avalia de forma positiva o crescimento do mercado de app global em 2021, tanto no Brasil, como no exterior, e avalia que o mercado segue aquecido.

“O crescimento do segmento ao longo de 2021 foi excelente, o que não chegou a nos surpreender, uma vez que o resultado já era esperado. Contudo, quando paramos para comparar com outros setores, o crescimento é realmente animador”, afirma. 

Com efeito, o setor de aplicativos sociais espera lucrar cerca de US$ 9 bilhões (R$ 50,32 bilhões) este ano, o que representa uma alta de 82% em comparação ao ano passado, segundo a App Annie.

Aplicativos multifuncionais locais ganham destaque

Sostisso vê os números com otimismo e acredita que o surgimento de novos apps pode resolver várias questões do cotidiano e facilitar a vida dos usuários. “Em especial, ganham destaque soluções como guias comerciais locais, já que a tendência de buscar ferramentas digitais também engloba pequenos comerciantes e empreendedores, tanto de bairro, como de cidades pequenas”.

Para o empresário, os apps de pequenos comércios, empreendedores, guias de bairro e cidades pequenas possibilitam um avanço para o faturamento e a expansão de clientes e negócios.  “Os aplicativos de guia de bairro e de cidade possibilitam o aumento das vendas para empresas e prestadores de serviço, ao mesmo tempo em que geram ganhos para quem administra esses apps da forma correta”.

Neste sentido, segundo o fundador da AppDaqui, os antigos guias e jornais de bairro ainda existem, assim como as calculadoras físicas – porém, eles estão sendo substituídos pelos aplicativos de celular. “É um caminho sem volta, uma vez que os brasileiros se acostumaram a resolver tudo de forma on-line. Vivemos em plena revolução digital, quando trabalhar com a integração entre os mundos físico e virtual nunca fez tanto sentido, mesmo para buscar produtos ou serviços perto de casa”.

A conclusão de Sostisso é corroborada com números: 60% dos consumidores brasileiros aprenderam a integrar seu processo de compras entre os ambientes físico e virtual, segundo uma pesquisa realizada pela All iN e Social Miner, em parceria com a Opinion Box no primeiro trimestre de 2021.

Para mais informações, basta acessar: www.appdaqui.com.br

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Marco Legal do Saneamento pode apoiar iniciativas privadas

Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Roraima e Tocantins não conseguirem comprovar ter capacidade para realizar investimento na universalização dos serviços nas regiões atendidas; especialista fala sobre perspectivas do setor com a aprovação do Marco Legal do Saneamento

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Empresas estatais ou autarquias de saneamento dos Estados de Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Roraima e Tocantins, após não conseguirem comprovar ter capacidade para realizar investimento na universalização dos serviços nas regiões atendidas  – conforme cobra a nova lei, em vigor desde julho de 2020 – correm risco de perder seus contratos com municípios onde operam. Com isso, prefeituras locais poderão procurar outras alternativas para o atendimento de serviços de água e esgoto, abrindo caminho para a atuação de empresas privadas, um dos objetivos do Marco Legal do Saneamento.

Este foi mais um capítulo do estabelecimento da nova legislação do setor, que teve sua chancela legal avalizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em dezembro. No julgamento, que durou três sessões plenárias, a Corte acatou o parecer do MPF (Ministério Público Federal), durante sustentação oral na tribuna. Em consequência disso, as ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) 6.492, 6.536, 6.583 e 6.882 que questionam a Lei 14.026/2020 foram julgadas incongruentes.

Como resultado, a lei 14.026/20 atualizou o Marco Legal do Saneamento para atribuir à ANA (Agência Nacional de Águas) autoridade para remodelar normas de referência sobre o serviço de saneamento, modificar as atribuições do cargo de Especialista em Recursos Hídricos e Saneamento Básico e aperfeiçoar as condições estruturais do saneamento básico no país.

A atualização também deu a ANA a autoridade para definir os prazos para a disposição final apropriada dos rejeitos, além de ampliar seu âmbito de aplicação às microrregiões. À agência ainda compete autorizar a União a participar de fundo com o fim específico de financiar serviços técnicos especializados.

Bruno Andrade, CEO da VPA Equipamentos – empresa de engenharia que atua com equipamentos e soluções para escoramento e contenção de solos -, destaca que, com o reconhecimento da constitucionalidade do Marco Legal do Saneamento Básico por parte do STF, as empresas do setor já estão se preparando para atuar neste âmbito, considerando o possível “boom” que irá ocorrer em decorrência da recente atualização.

“Agora, as empresas à frente de obras deverão se adaptar por meio de investimentos em máquinas e equipamentos para locação e venda, além da aquisição de novos produtos e da aposta em tecnologias inovadoras, em pessoal e formação de talentos”, explica.

Marco Legal deve aquecer a área de equipamentos de segurança

Na visão de Andrade, houve um aquecimento no mercado por conta da aprovação da nova legislação. “O setor está em pleno crescimento, com indicativos de que o segmento será o ‘combustível’ para a economia do país”. De fato, uma análise da agência de classificação de risco S&P Global Ratings indica que o saneamento deve sustentar investimentos em infraestrutura a partir de 2022.

O relatório demonstra que, após um 2021 marcado por forte volume de investimentos no setor industrial, a consistência nos aportes reflete o caráter de longo prazo dos dispêndios em infraestrutura e o espaço para expansão do saneamento básico.

Para o CEO da VPA Equipamentos, o  Marco Legal pode aquecer a área de equipamentos de segurança uma vez que, atualmente, toda vala aberta abaixo de 1,5m exige a utilização de equipamento de proteção. “Atualmente, 84% da população tem água potável e apenas 53% tem coleta e tratamento de esgoto, e a meta estabelece que 99% dos brasileiros devem receber água potável e 90% coleta e tratamento de esgoto até 2033”, esclarece.

Andrade conclui que o alcance das metas do novo Marco Legal do Saneamento Básico demandará obras de redes de água, esgoto e estações de tratamento, além de aterros sanitários, bacias de contenção, entre outros. “As obras têm uma previsão de investimentos de mais de R$ 700 bilhões em 10 anos, o que pode beneficiar não apenas o setor de engenharia, mas todo o país, com a distribuição de emprego e renda, para além dos próprios benefícios das metas alcançadas”.

Para mais informações, basta acessar: https://www.vpaequipamentos.com.br/

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Aplicativos dinamizam setor de cupons de desconto no Brasil

Iniciativas com aplicativos prometem movimentar setor de turismo no país na retomada pós-pandemia

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Descontos nas compras de produtos ou em restaurantes são sempre bem-vindos para consumidores – sobretudo aqueles que também estão exercendo o papel de turistas nestas experiências de consumo. E se para quem compra trata-se de uma estratégia de economia e de melhor aproveitamento do dinheiro, seja no dia a dia ou em viagens, para quem está do outro lado do balcão, a oferta de descontos também pode se mostrar algo proveitoso para que uma relação de fidelidade seja estabelecida com o cliente.

O oferecimento de cupons de descontos é algo antigo, tendo um dos registros mais antigos e célebres ocorrido em 1887, nos Estados Unidos, quando o magnata Asa Candler, que havia comprado a fórmula da Coca-Cola, em uma estratégia de marketing para o lançamento do produto, promoveu a distribuição vouchers impressos em revistas, que podiam ser trocados por refrigerantes grátis em stands de venda.

O negócio de cupons de desconto, como grande parte do comércio, tem passado nos últimos anos por uma intensa transformação digital, alterando o antigo formato de revistas com cupons a serem recortados para sites e aplicativos de celular, movimentando, anualmente, grandes cifras: de acordo com uma estimativa de um dos grandes players do mercado, o Cuponomia, o mercado de desconto gerou R$ 6 bilhões em vendas ao e-commerce em 2020.

Para Neemias Benício, CEO da empresa CupomDDesconto, uma das principais tendências da atualidade, no âmbito da oferta de descontos vinculados ao mercado de turismo “são aplicativos que funcionam como clube e oferecem aos seus associados descontos agressivos em restaurantes, hotéis, traslados, passeios”, como é o caso do app Prime Gourmet, parceiro da empresa que comanda. 

O mercado de turismo ainda reorganiza suas previsões de retomada por conta da expansão, nas últimas semanas, da variante ômicron do coronavírus Sars-Cov-2, mas pesquisas sugerem que turistas de todo o mundo planejam voltar a viajar tão logo a crise sanitária dê uma trégua. 

De acordo com um estudo recente realizado pelo Expedia Group, em que foram entrevistados 5.500 pessoas de oito países, 81% dos respondentes planejam tirar férias com amigos e familiares nos próximos seis meses. Já uma pesquisa realizada pelo Booking com quase 25 mil brasileiros apontou que, para 83% dos entrevistados, viajar promove uma melhora do bem-estar mental maior do que outras formas de descanso e relaxamento. 

Benício avalia que, com as novas tecnologias usadas no segmento de cupons de desconto, o mercado tende a se expandir cada vez mais. Falando especificamente sobre os aplicativos de celular, ela afirma que a facilidade de visualização das ofertas e descontos “na palma da mão” e a utilização de recursos de geolocalização “que permitem, por exemplo, identificar o restaurante parceiro mais próximo de onde o turista está”, bem como “a possibilidade de ver as avaliações de outros usuários que já usaram determinado serviço com desconto”, possibilitam empresas que adotem esta estratégia, “cresçam agressivamente no mercado turístico”.

Sobre as novas tendências do mercado, o CEO do CupomDDesconto cita os cashbacks como umas das principais ferramentas a serem adotadas pelas empresas no futuro a curto e médio prazo. 

“Hoje a grande força de desconto está muito relacionada ao cashback, que é a devolução de uma porcentagem do valor pago em uma compra”, afirma “Os grandes players do turismo tem criado seus próprios programas de cashback”. 

Para saber mais, basta acessar: https://cupomddesconto.com.br/

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Pedro Pereira anuncia “Se Liga No Set” podcast que estreia nesta quarta-feira

Com convidados que integram o mercado o podcast inédito aborda temas do mundo audiovisual.

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Estreia nesta quarta-feira (26) às 20h o “Se Liga No Set”, o primeiro podcast que conversa sobre o backstage dos sets de filmagem. Apresentado por Pedro Pereira, técnico de streaming e fundador do projeto, “Se Liga No Set” terá um novo episódio a cada semana, com temporadas mensais, e receberá profissionais da área. O intuito é levar ao público todas as histórias, experiências e curiosidades dos bastidores, como também os processos de criação.  

O projeto nasceu em 2019, quando ainda era conhecido por “Minha Função No Set”. Com a chegada da pandemia, da nova era no âmbito profissional e da adesão ao trabalho remoto, o programa passou por uma reformulação e, em 2022, ganhou o formato de podcast e nova identidade, passando a se chamar “Se Liga No Set”. “Em uma conversa livre e aberta, o programa visa mostrar os detalhes dos bastidores das gravações audiovisuais, nacionais e internacionais, passando por diversos departamentos e salientando o quanto cada profissional da área é importante para a construção de um conteúdo de qualidade, seja ele publicitário ou uma obra de ficção”, explica Pedro. 

Através de bate-papos enriquecedores, “Se Liga No Set” vai trazer informações inéditas para o público, que vão além das imagens vistas nas telas do cinema e da TV. Os episódios da primeira temporada contarão com a presença de convidados, inseridos há anos no mercado. Nomes como João Luz, produtor executivo, Thiago Eva, diretor cinematográfico, Spider Lemos, supervisor de VFX e Ulisses Malta Jr, diretor de fotografia, já foram confirmados. Todos os episódios estarão disponíveis nas plataformas digitais, entre eles, YouTube, Spotify, Apple Podcast e Google Podcast, para todo o Brasil. 

Pode ser encontrado através do Instagram: www.instagram.com/seliganoset

Pedro Pereira, idealizador do “Se Liga No Set”

Nascido em São Paulo, Pedro Pereira tem 20 anos de idade e atua no mercado audiovisual como operador de VFX, técnico de streaming e assistente de câmera. Aos 14 anos, realizou seu primeiro trabalho profissional, que já indicava o começo promissor de uma carreira brilhante. Aos 16, escreveu seu primeiro roteiro de curta metragem, aprovado para captação na Lei Rouanet. Sempre em movimento, em agosto de 2019, Pedro decidiu fazer seu próprio canal no YouTube e colocá-lo no ar.

A pandemia fez com Pedro buscasse inovações e, então, pôde apresentar ao mercado audiovisual novas formas de continuar suas produções, com a gravação do primeiro comercial nesse período para uma das maiores empresas de café do país. A partir de então, outras grandes marcas integraram seu portfólio. Após quase dois anos de trabalho intenso, e um respiro em sua agenda, Pedro decidiu retomar um projeto audiovisual antigo e, agora, estreia o podcast “Se Liga no Set” em âmbito nacional.

 

Estreia Se Liga No Set – Podcast
Dia: 26 de janeiro de 2022, quarta-feira
Horário: às 20h
Onde: YouTube, Spotify, Apple Podcast e Google Podcast
Mídia Social: @seliganoset

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