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História da TV

Globo tentou fazer nova Terra Nostra em 2002 e se deu mal

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 Esperança

Esperança, na Globo. (Foto: Reprodução/Twitter)

Há 19 anos, em 14 de fevereiro de 2002, a Globo estreava Esperança no seu principal horário de novelas, o das 21h. A expectativa do canal era grande. A ideia era repetir o sucesso de Terra Nostra (1999), mas a novidade não foi bem recebida pelo público e teve sérios problemas em sua trajetória.

O Canal relembra hoje a tumultuada aposta da Globo, que não deu certo e entrou para o hall de ‘fracassos’ do canal carioca.

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Esperança estreou em 17 de junho de 2002, num horário então atípico: 21h27, em razão do horário político. Naquela época, as ainda chamadas “novelas das oito” eram exibidas por volta de 20h50. Canais da Espanha, de Portugal e de países da América Latina solicitaram à Globo uma continuação de Terra Nostra (1999), então uma das campeãs de vendas no mercado internacional.

Batizada de “Uê, Paisano”, a Terra Nostra 2 da  Globo encontrou problemas logo na construção de sua sinopse: o autor Benedito Ruy Barbosa se revoltou ao ver o período que planejava reconstituir – a Segunda Guerra Mundial – como pano de fundo da minissérie Aquarela do Brasil (2000); e a manutenção do elenco, com outras tantas produções em andamento, ficou inviável.

De Terra Nostra, Esperança trouxe apenas uma citação ao fazendeiro Gumercindo (Antonio Fagundes), que teria quebrado após o “crash” da Bolsa de Nova York, em 1929 – sua propriedade acaba vendida ao imigrante italiano Vincenzo (Othon Bastos).

Toda a ação de Esperança transcorria a partir de 1931. O enredo, no entanto, não escapou da similaridade com o folhetim anterior de Benedito. Raul Cortez, por exemplo, viveu um italiano nas duas tramas, Francesco Maglianno e Genaro Tranquili.

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Nem só de italianos viveu Esperança; compunham o painel da história núcleos de judeus e espanhóis; personagens franceses, nordestinos e portugueses. A quantidade excessiva de sotaques, contudo, desagradou o público; o de Ana Paula Arósio, como a judia Camille, precisou ser atenuado.

Esperança também é lembrada pelo incidente ocorrido durante as gravações da cena em que Camille destrói a estátua de Maria (Priscila Fantin), feita por seu marido Toni, ainda apaixonado pela ex.

Ainda na linda dos acidentes, Ana Paula Arósio acabou atingindo o rosto de Reynaldo Gianecchini com uma barra de ferro; o ator tomou pontos internos em razão do corte na boca e precisou reconstituir um dente. Já Ana sofreu entorse no tornozelo direito. Os dois atores, mesmo machucados, levaram a cena até o fim.

Esperança estreou com consideráveis 47 pontos e picos de 51 pontos, desempenho similar ao da antecessora, O Clone (2001). No segundo capítulo, os índices despencaram para 40. Além da queda de audiência, outro problema incendiava os bastidores. Supostos desajustes entre Benedito e Luiz Fernando – um escrevia uma novela, outro dirigia outra -, foram desmentidos por ambos com direito à carta aberta de Barbosa para o elenco.

Esperança.

Esperança, na Globo. (Foto: Reprodução/Twitter)

A audiência minguou de vez com a excessiva quantidade de flashbacks, cenas de transição – aquelas que não servem para nada além de indicar uma curta passagem de tempo – e filmes em preto-e-branco das greves ocorridas na década de 30. Recursos que serviam para preencher os capítulos, entregues em cima da hora pelo autor.

Em setembro daquele ano, jornais e revistas deixaram de publicar os resumos da semana porque a Globo, simplesmente, não tinha o que divulgar. Cenas gravadas pela manhã eram exibidas no mesmo dia à noite. Na época, a possibilidade de encurtar Esperança e substituí-la pela minissérie A Casa das Sete Mulheres, então em produção chegou a ser ventilada na imprensa. Em dezembro de 2002, a novela chegou a então preocupantes 27 pontos num sábado, com o elenco gravando mais de 12 horas por dia. Foi o fim da linha. Benedito se afastou da novela e Walcyr Carrasco assumiu o posto de titular.

Com mudanças na história e investimento pesado no erotismo Esperança reagiu! Embora tenha chegado ao fim com uma das piores médias da faixa – 38 pontos – a novela voltou aos 40, batendo os 45, 51 e 50 de média, respectivamente, nos últimos três capítulos.

 

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História da TV

Sérgio Chapelin, César Tralli e mais; Famosos que trabalharam no SBT e ninguém mais lembra

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A princípio, Regina Duarte está na lista de famosos que foram do SBT (Foto: Reprodução)

A princípio, alguns famosos da Globo já foram do SBT. Entre eles, Regina Duarte (Foto: Reprodução)

O mundo dos artistas é sempre muito agitado. Isso também acontece com aqueles que trabalham na TV. Entre jornalistas, atores e apresentadores é muito comum a famosa “dança das cadeiras”. Com todas estas mudanças, muitos famosos já estiveram em outras emissoras e poucos se lembram. Mas aqui, vamos relembrar a estadia no SBT de nomes como César Tralli, Sérgio Chapelin e Regina Duarte.

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Antes de mais nada, vale lembrar que sempre foi muito comum que as celebridades circulassem entre os diversos canais de TV. Isso porque, assim como no mercado de trabalho, ganha quem tem os melhore benefícios.

Com isso, muitos famosos que hoje são conhecido por sua trajetória na Globo, também já estiveram no elenco do canal de Silvio Santos. O portal TV História relembrou uma lista bem grande, a princípio separamos alguns aqui.

Sérgio Chapelin e César Tralli são dois famosos que já foram do SBT (Foto: Reprodução)

Sérgio Chapelin e César Tralli passaram pelo SBT (Foto: Reprodução)

Famosos globais já estiveram no SBT

A atriz Regina Duarte, conhecida por seus trabalhos na emissora carioca, também já foi funcionária de Silvio Santos. Entre Sétimo Sentido (1982) e Roque Santeiro (1985), Regina Duarte fez a série Joana, uma espécie de nova Malu Mulher. A produção independente foi exibida pela Manchete e pelo SBT, mas não deu certo.

Além da famosa ‘namoradinha do Brasil’, outros famosos também já deixaram a Globo e apareceram no SBT. Um destes casos foi o do apresentador Sérgio Chapelin. Conhecido por sua atuação no lendário Globo Repórter, o jornalista deixou a emissora em 1983 seduzido pela proposta do SBT para comandar um programa de auditório. Mas, apesar da boa audiência, a experiência no “Show Sem Limite” não deu certo e ele acabou voltando para a Globo em 1984.

Por fim, outro nome que esteve nos corredores do SBT, foi César Tralli. O atual apresentador do SP1 era um dos repórteres do Aqui Agora (1991). O jornalístico é considerado o pai de atrações como Cidade Alerta e Brasil Urgente, comandados por famosos como Datena e Luiz Bacci. Depois, lá em 1993, Tralli foi para a Globo, onde segue até hoje.

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Páginas da Vida estreava há 15 anos na Globo

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Páginas da Vida

Páginas da Vida. (Foto: Reprodução/Globo)

Em 10 de julho de 2006, a Globo estreava em seu horário nobre a novela Páginas da Vida, grande sucesso do autor Manoel Carlos. A novela trouxe a terceira Helena de Regina Duarte, também protagonista em “História de Amor” (1995) e “Por Amor” (1997). Embora tenha tido média de 47 pontos de audiência, a trama jamais foi reprisada. Muitas vezes a Globo tentou alçá-la ao Vale a Pena Ver de Novo, mas não conseguiu devido às cenas consideradas inadequadas para a faixa vespertina.

OCanal relembra nesta quinta-feira(15), uma das novelas mais pedidas pelo público para uma reprise e até hoje lembrada por suas cenas marcantes.

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A trama gira em torno de Helena uma médica que vive um casamento fracassado com o cafajeste Gregório (José Mayer), amante da filha do patrão, a fogosa Carmem (Natália do Vale). Seu caminho se cruza com o da amarga Marta (Lilia Cabral) no primeiro capítulo da trama, quando as duas se envolvem em um acidente de trânsito durante um arrastão no Leblon. As duas têm uma ácida discussão quando Helena tenta socorrer um pivete de rua atropelado por Marta, o que as antagoniza logo de início. Enquanto isso, na Holanda, Nanda (Fernanda Vasconcellos), jovem filha de Marta, é uma estudante de história da arte que se descobre grávida do namorado, o rico playboy Léo (Thiago Rodrigues).

Ator de 'Páginas da Vida' deixa a Globo e mantém-se firme em Portugal - MoveNotícias

O rapaz se recusa a assumir a paternidade e rompe com Nanda. Sem dinheiro, a menina volta para o Brasil e enfrenta a fúria de Marta, que a rejeita. Protegida pelo pai, o amoroso Alex (Marcos Caruso), Nanda precisa lidar com as maldades da mãe, e acaba atropelada depois de um bate-boca com a megera. Ela é encaminhada ao hospital onde Helena trabalha e é socorrida pela médica, que faz seu parto de emergência. Nascem gêmeos, Clara (Joana Mocarzel) e Francisco (Gabriel Kaufmann), mas Nanda não resiste e morre.

Marta fica com o neto, mas rejeita a menina, portadora de síndrome de Down. A envia para a adoção e mente para Alex que a criança morreu. Horrorizada com a frieza da mãe de Nanda, Helena se afeiçoa a Clarinha e resolve adotá-la. Cinco anos mais tarde, a médica precisa lidar com o reencontro com Léo, que arrependido, resolve reaver a guarda de seus dois filhos.

Novelas para recordar: a superação de preconceitos em Páginas da Vida | Novelas, Laços de familia, Paginas da vida

A novela abordou com sensibilidade a discussão sobre a síndrome de Down e ainda levantou outros debates, como a bulimia, a anorexia, o HIV+ e o alcoolismo. Destaque para Grazi Massafera, em sua primeira atuação depois da passagem pelo Big Brother Brasil, em 2005. As atuações de Lilia Cabral e Marcos Caruso, dignas de aplauso. Também foi a última novela das sumidas Ana Paula Arósio e Sônia Braga no horário nobre global.

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Adriana Esteves: vilãs memoráveis da atriz

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Avenida Brasil Adriana Esteves

Avenida Brasil. (Crédito: Reprodução)

Na última sexta-feira (09) finalmente Amor de Mãe chegou ao fim, após quase um ano fora do ar. A trama de Manuela Dias e protagonizada por Regina Casé, Taís Araújo Adriana Esteves retornou com seus 23 capítulos restantes pela frente – os quais antes da pandemia seriam 53.

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Um dos destaques desse retorno com certeza vem sendo a personagem de Adriana. Antes da interrupção em março do ano passado, Thelma se mostrou como a grande vilã da história. Após descobrir que Danilo (Chay Suede) é na verdade Domênico, a comerciante vinha fazendo de tudo para que a verdade não venha à tona. Para isso, a personagem eliminou de seu caminho Rita (Mariana Nunes), mãe biológico de sua nora Camila (Jéssica Ellen). Contudo além da humilde mulher, a vilã também deu fim a vida de sua própria amiga Jane (Isabel Teixeira).

Uma coisa não podemos negar: Adriana Esteves sempre dá um show quando incorpora uma vilã. Sendo assim, Thelma é sua sétima megera. Decidimos rankear as outras malvadas interpretadas de forma magistral pela atriz. Portanto, vamos conferir?

Vilãs memoráveis de Adriana Esteves:

6) Adriana Esteves viveu Inês (Babilônia)

Exibida em 2015, Babilônia tinha grandes expectativas antes de sua estreia, muito por conta de suas vilãs principalmente. Na trama de Gilberto Braga a atriz interpretou Inês, uma mulher de classe média e extremamente amargurada. A personagem era obcecada por Beatriz (Gloria Pires), outra grande vilã da história e sua amiga de infância.

Esnobada pela amiga, Inês fez de tudo para se dar bem na vida, e assim chamar atenção da outra megera. Durante toda a história as duas tiveram disputas de gato e rato, e esse embate era um dos pontos altos da trama. Em contrapartida, Inês era capaz de manipular a própria filha, Alice (Sophie Charlotte). Ambiciosa de tudo, a personagem foi capaz de aplicar vários golpes para se dar bem na vida, e mostrar para Beatriz que ela podia sim estar no topo de tudo.

 

5) Adriana Esteves viveu Amelinha (Coração de Estudante)

Adriana Esteves

Rica, mimada e gananciosa, assim era Amelinha. A fazendeira também era conhecida por seus chiliques, e acabou ficando marcada por ser uma vilã cômica.

Apaixonada por Edu (Fabio Assunção), a personagem fez de tudo para separar o rapaz de Clara (Helena Ranaldi). Em contrapartida a megera tinha um caso às escondidas com Nélio (Vladimir Brichta), peão que trabalhava na fazenda de seu pai. No decorrer da trama ela acaba engravidando do amante, no entanto descobrindo que a criança nasceria com síndrome de down.

Tendo renegado o filho no início, Amelinha acabou aceitando o pequeno Joãozinho e no meio desse processo acabou se tornando uma pessoa mais humanizada. Mesmo sendo a antagonista da história, a personagem conquistou o público e teve seu final feliz ao lado de Nélio.

 

4) Adriana Esteves também viveu Nazaré Tedesco (Senhora do Destino)

Adriana Esteves

Nos primeiros capítulos da aclamada trama de Aguinaldo Silva coube a Adriana em interpretar a versão jovem de uma das maiores vilãs da teledramaturgia brasileira. No início da história Nazaré era uma prostituta que mantinha um caso com José Carlos (Tarcísio Filho), um homem casado.

Para fisgar o rapaz e largar de vez a prostituição, a megera aplicou durante meses o golpe da barriga no rapaz. A personagem então utilizou durante toda a falsa gestação uma barriga postiça. Para seu plano sair como esperado, ela decide arranjar uma criança para a farsa continuar a dar certo.

É nesse momento que seu destino se cruza com de Maria do Carmo (Carolina Dieckmann). Recém chegada do Pernambuco com cinco filhos pequenos, a personagem tem a infeliz coincidência de conhecer a megera, que se apresenta como Lurdes, uma falsa enfermeira. Nazaré acaba roubando Lindalva, filha recém nascida da protagonista, e então fisgando José Carlos de vez, alegando que a criança é filha dele.

Após isso ocorre a mudança de tempo, e a personagem passa a ser defendida de forma magistral por Renata Sorrah.

3) Laureta (Segundo Sol)

Adriana Esteves

Podemos dizer que Laureta pode ser a vilã mais cruel de Adriana, mas que no fim das contas tem muito em comum com Thelma. A personagem era uma cafetina de luxo em Salvador, mas que ia muito além de negócios envolvendo prostituição.

A megera formava junto com Karola (Deborah Secco) a dupla de grandes vilãs da trama de João Emanuel Carneiro. As duas tinham uma relação intensa, mas no fim do dia ela sempre estava ali para apoiar sua protegida. Para isso, ela foi capaz de separar Luzia (Giovanna Antonelli) e Beto Falcão (Emílio Dantas), após incriminar a mocinha de ter assassinado o próprio marido.

Além disso, ela foi capaz de contratar uma parteira, para dizer que o filho da marisqueira com o cantor havia morrido, para dar a criança para Karola fingir que era seu suposto herdeiro com Beto. Com o passar dos anos, a parceria entre as vilãs continuou forte, mesmo com algumas crises. Com o retorno de Luzia, após vinte anos foragida, fez com que Laureta fosse capaz de ir até às últimas consequências, para manter o segredo dela e de sua comparsa.

Na reta final é revelado que Laureta era mãe de Karola, contudo tal fato “justificando” todas suas maldades, um amor maternal meio às avessas como ocorre agora com Thelma em Amor de Mãe. No fim ela pagou por todos os seus crimes, mas nos últimos instantes deu a volta por cima em grande estilo.

2) Sandrinha (Torre de Babel)

Adriana Esteves

A personagem foi a primeira grande vilã de Adriana, na controversa trama de Silvio de Abreu. Sandrinha nutria um grande ódio pelo pai, Clementino (Tony Ramos), por ele ter matado sua mãe no passado. A personagem cresceu nutrindo cada vez mais o sentimento pelo ex-presidiário, descartando quaisquer possibilidades de perdão.

Como se não bastasse, a jovem odiava a vida que tinha, uma vez que foi criada pelo avô Agenor (Juca de Oliveira). Ela era extremamente ambiciosa, e consequentemente tinha grande desejo em se dar bem na vida. Sua vida muda após conhecer o rico advogado Alexandre (Marcos Palmeira), e a partir disso ela faz de tudo para conquistar o rapaz.

O personagem acaba se apaixonando por Lúcia (Natália do Vale) ex-amante de seu pai, o que causa a ira da megera. Para tê-lo em sua vida, ela é capaz de sequestrar o rapaz e forjar um acidente para que ficassem confinados em uma ilha desera.

Apesar de mesclar com doses de humor, Sandrinha era extremamente fria, egoísta e cruel. A grande reviravolta dela aconteceu no último capítulo, quando revelado que ela foi a responsável pela explosão do shopping Tropical Tower, sendo esse o grande suspense da trama. A vilã realizou o crime com ajuda do próprio avô, como forma de incriminar o pai e assim colocando-o mais uma vez na prisão.

 

1) Carminha (Avenida Brasil)

Convenhamos que ainda está por vir uma vilã feita por Adriana Esteves que vá superar Carmem Lúcia. Ambiciosa de tudo, Carminha só tinha um objetivo, se dar bem na vida, não importa em quais circunstâncias.

No início da trama ela é casada com Genésio (Tony Ramos) um rapaz humilde, mas que por insistência dela vende sua casa. Com o dinheiro, a megera decide aplicar o golpe nele, mas o que ela não esperava é que um acidente faria seus planos não saírem como esperado. Após uma discussão com a esposa, o personagem é atropelado por Tufão (Murilo Benício), um jogador de futebol em ascensão, mas que não resiste aos ferimentos.

O que Carminha não esperava é que Tufão fosse atrás dela para prestar solidariedade e apoio. É nesse momento que a vilã vê a oportunidade em se dar melhor ainda mais. Passando por viúva desolada, a megera seduz o rapaz, que até então é noivo de Monalisa (Heloisa Périssé), e consegue separar o casal. Para que seu novo plano não saia errado, ela decide abandonar sua enteada Rita (Mel Maia), com a ajuda do amante e comparsa Max (Marcello Novaes), em um lixão.

Anos depois e acreditando estar com sua vida sob controle, tudo muda com a chegada de uma nova cozinheira em sua mansão. Trata-se de Nina (Débora Falabella), que é ninguém menos que sua ex-enteada em busca de vingança. Apesar de casada com Tufão, a vilã continua aplicando golpes no próprio marido, para extorquir dinheiro dele.

A história passa por uma grande reviravolta, após ela descobrir a verdade sobre Nina, iniciando um embate sem fim entre as duas. Apesar de todas as maldades cometidas, Carminha se redime no final, conseguindo inclusive o perdão de Nina e seu filho Jorginho (Cauã Reymond).

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