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Roberto Kovalick expõe situação desesperadora na Globo: “Chorei entre uma entrada e outra”

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Roberto Kovalick participou do 'Conversa com Bial' na Globo (Foto: Reprodução)

Na madrugada desta quinta-feira (10), Roberto Kovalick foi entrevistado por Pedro Bial no talk show ‘Conversa com Bial’, na Globo. A princípio, o âncora do ‘Hora 1’, relembrou os apuros que viveu quando era correspondente internacional no Japão e cobriu um dos maiores terremotos do país.

Na ocasião, o apresentador não sabia se sua esposa estava morta por conta do desastre natural, e mesmo sem contato com a amada, precisou trabalhar fervorosamente, peregrinando em todos os jornais da emissora. O fato ocorreu em 11 de março de 2011, em um dos maiores terremotos do Japão na última década.

“Eu confesso que entre uma entrada ao vivo e outra, batia o desespero. Eu falava para o Brasil, ‘pelo amor de Deus, localiza minha mulher, localiza a Karina [mulher do âncora, também é jornalista], eu não sei se ela tá viva, se ela está morta’. Mas a gente tem o dever profissional de seguir em frente”, admitiu Roberto Kovalick.

Em seguida, o apresentador, que esteve em entradas ao vivo entre o ‘Bom Dia Brasil’ e o ‘Jornal da Globo’, explica que sua produtora não conseguia localizar os entes queridos dos membros da equipe. “A nossa produtora não conseguia falar com ninguém. Foi desesperador. Mas enfim, a adrenalina ajuda nessas horas. A tensão e o estresse nos fazem ir adiante em uma hora dessas”, revela.

“Por algum motivo, eu falava com o Brasil, tanto que a gente estava ao vivo o tempo todo, mas não conseguia falar com a minha mulher, ela estava em Tóquio e foi um terror também. Eu estava ao sul, onde não deu pra sentir o terremoto. Mas eu não conseguia falar com ela. Eu não sabia se ela estava viva, se estava morta. Muitas vezes eu chorei entre uma entrada ao vivo e outra”, conta Roberto Kovalick.

Roberto Kovalick expõe membros da equipe

Ainda em sua entrevista com Pedro Bial na Globo, Roberto Kovalick revela que não foi só ele que passou por momentos desesperadores nos bastidores da cobertura do terremoto. Isso porque, além do jornalista, um cinegrafista também não conseguiu contato com a família e esteve em desespero durante todo o plantão.

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“O Suzuki, que era o repórter cinematográfico daquele dia, tinha uma mãe que já era bem velhinha e também estava desesperado. Ela morava sozinha e, enfim… não sabia se a casa estava em pé ou não estava”, concluiu o apresentador do ‘Hora 1’.

Roberto Kovalick participou do 'Conversa com Bial' na Globo (Foto: Reprodução)

Roberto Kovalick participou do ‘Conversa com Bial’ na Globo (Foto: Reprodução)

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Pantanal: Guito, o Tibério, regrava sucesso na primeira tapera de Juma

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Guito é o Tibério na versão atual de Pantanal, novela da TV Globo (Créditos: Divulgação)

Guito é o Tibério na versão atual de Pantanal, novela da TV Globo (Créditos: Divulgação)

A simplicidade rege Diogo de Brito Sousa, o cantor e ator Guito, que dá vida a Tibério de Pantanal. E foi o saudosismo de suas memórias afetivas que o levou a gravar o vídeo de “Morada do Sossego” na tapera da primeira Juma Marruá, Cristiana Oliveira.

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“A tapera da primeira edição está há anos ali, exalando história. História que transformou o rumo da minha vida”, comenta Guito. E com este registro o ator se despediu das gravações no Mato Grosso do Sul. O vídeo pode ser conferido no canal do YouTube de Guito.

A composição de Maringá Borgert, tocada na novela por Tibério, dá sequência ao projeto de Guito como cantor, afinal, ele sempre diz, “…quero continuar com as minhas traias estrada a fora.” Conhecido por sua ética e sua índole pautada pelo respeito à natureza, a vida simples, a sua música, e principalmente ao ser humano, Guito fez questão de conversar com Cristiana Oliveira, a Juma de 1990.

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“Eu quis mostrar o clipe para a Cristiana Oliveira antes de todo mundo, porque ela viveu aquilo, e é engraçado que a tapera ainda respira a Crica. Foi bem nostálgico para ela relembrar, e ficou super emocionada em ver o lugar sem todo aquele movimento”, diz o cantor sobre a reação da atriz.

Por fim, conheça mais o ator do remake de Pantanal:

Guito é cantor, músico, compositor, engenheiro agrônomo, ator e vendedor. Aliás, o mineiro de Lavras formou-se motivado pela paixão que a novela despertou, quando ainda criança acompanhava a saga vivida por Zé Leôncio, no misterioso Pantanal.

Então, hoje, vive o privilégio de ser o Tibério, com quem tanto se identifica, papel conquistado por esta semelhança, observada pelos produtores de elenco da novela.

Em conclusão, as suas composições “Empatia” e “Escute As Montanhas” já fazem parte da bela trilha sonora da novela. Confira o vídeo de “Morada do Sossego” no canal: https://www.youtube.com/c/guitoshow.

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Klara Castanho passa por estupro, múltiplas violências e linchamento virtual em meio à dor

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Klara Castanho revelou detalhes de situação pessoal (Créditos: Reprodução/Instagram)

Klara Castanho revelou detalhes de situação pessoal (Créditos: Reprodução/Instagram)

Mais um triste episódio veio à tona essa semana e expôs uma história de dor, recheada por vários tipos de violência contra uma mulher. A atriz Klara Castanho, de 21 anos, foi estuprada, engravidou e escolheu parir a criança e entregá-la à adoção consciente (amparada pela lei).

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Foi vítima de uma extrema desumanidade através de comentários cruéis do tribunal dos “donos da verdade” que impera na internet, onde em geral todas as premissas partem de um ponto comum: a ignorância perversa. Resultado: o linchamento virtual provocou uma onda de todos os tipos de violência contra a jovem já tão exposta.

A tortura psicológica sofrida por Klara não ocorreu apenas através do estupro, ela se manifesta em forma de constrangimentos quando a violentada precisa vir à público expor sua intimidade.

Saiba mais detalhes:

Arguida por uma imprensa descompromissada e por especialistas da área da saúde desprovidos de ética, moral, caráter e profissionalismo. Um circo de horrores que evidencia traços da cultura de violência machista e autoritária que vivemos em nossa sociedade, onde o corpo da mulher deixa de ser responsabilidade dela.

Dentro do pacote de violências entranhadas neste caso doloroso, podemos citar: a violência física caracterizada pelo estupro; moral; da exposição e violação da intimidade; dos julgamentos nas redes sociais (praça pública para as execuções); psicológica, principalmente, por não ter condições emocionais de exercer a maternidade e com isso precisar entregar a criança para adoção; a violência da intolerância; da falta de empatia e acolhimento, que colocam a vítima no papel de culpada.

Repercussão nas redes sociais sobre o caso envolvendo Klara Castanho:

Esse comportamento de ódio, julgamentos e empatia reversa, provoca, instala e ativa o pior que existe no ser humano, além de desencadear na vítima marcas psicológicas, em muitos casos, irreversíveis, devido à coerção psicológica sofrida pelos perversos.

Sem contar que o estupro sofrido pela atriz também atinge sua liberdade e seu estado psíquico emocional, uma vez que seu direito de escolha pela privacidade também foi violado e desrespeitado.

A grande verdade é que as vítimas de abusos físicos, morais ou psicológicos precisam e devem receber acolhimento empático, sem julgamentos. Além disso, o acompanhamento psicoterápico também é de suma importância para reconstruir e ressignificar abismos provocados pela insegurança e pelo medo. Elevar a autoestima e empoderar o indivíduo a acreditar que a vida continua, apesar de toda exposição e violação da intimidade.

Em conclusão, saiba mais sobre o caso:

Enfim, mesmo em meio à dor, Klara teve um ato de extrema coragem que foi entregar a criança para que possa receber afeto e se desenvolver emocionalmente em outro lar. Visto que, a adoção, em casos de estupro, não é considerada abandono de incapaz.

No entanto, a falta de informação, a ignorância e a maldade cruel fazem com que pessoas que deveriam proteger e ajudar, usem da fragilidade da vítima para se promover, ignorando o fato de que, maternar não é o único papel da mulher. Infelizmente, o que aconteceu com a atriz é mais uma triste constatação de que vivemos em uma sociedade carente de amor, de proteção, de valores, de caráter e de informação.

E enquanto não virar uma prática humana, exercer a empatia e exterminar o falso direito de julgar o outro, ainda veremos vítimas de violência e abusos arrastando correntes eternas e colecionando feridas e marcas por toda a vida.

Enfim, o artigo foi escrito pela Dra. Andréa Ladislau, que é Psicanalista.

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Lucas Burgatti, o Eric de Poliana Moça, celebra três anos de sua irmãzinha Sarah, que foi diagnosticada como autista

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Festa de três anos de Sarah, irmã mais nova do ator Lucas Burgatti, o Eric de Poliana Moça (Foto: Na Alma Fotografia/ Divulgação)

Festa de três anos de Sarah, irmã mais nova do ator Lucas Burgatti, o Eric de Poliana Moça (Foto: Na Alma Fotografia/ Divulgação)

A família Burgatti celebrou no último domingo, dia 26, o aniversário de três anos de Sarah, a irmã caçula de Lucas Burgatti, que está atualmente no ar como Eric da novela Poliana Moça, do SBT.

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Para a ocasião, queriam algo especial que respeitasse a condição do espectro autista, e que também fosse na linguagem da pequena Sarah. Sendo assim, a escolha foi o “Quintal Vilarejo”, uma casa de brincar com exploração livre, lúdica e muito sensorial.

A irmã mais nova de Lucas Burgatti não tem sensibilidade a sons e luzes como a maioria dos autistas porém, ela se incomoda com lugares fechados e aglomerados, por isso escolheram um espaço amplo com quintal ao ar livre com tanque de areia e muitos cantinhos de exploração.

Sarah já ama passar tardes por lá, por isso, o local foi eleito pensado em algo da rotina dela. Desse modo, o próximo passo seria o conceito da festa respeitando as limitações e preferências da Sarah, e para isso contaram com a decoradora e assessora Tâmara Garkisch que é especialista em festas afetivas e sustentáveis.

Em conclusão, saiba mais sobre a festa de Sarah, irmã do ator Lucas Burgatti:

Lucas Burgatti comemorou três anos da irmã com festa especial (Foto: Na Alma Fotografia/ Divulgação)

Lucas Burgatti comemorou três anos da irmã com festa especial (Foto: Na Alma Fotografia/ Divulgação)

Aliás, a festa ainda contou com muitas gostosuras como buffet volante, pizza, donuts, esculturas em algodão doce além da sala de doces decorada, um recreação com conceito do brincar livre, roda cantada e entrada dos personagens vivos que a Sarah tanto ama.

“Foi tudo perfeito, Sarah curtiu a festa toda, interagiu com as atividades e convidados, e sim, autista pode ter festa de aniversário e se divertir muito, basta respeitarmos suas limitações e preferências e com amor que tudo dará certo”, destaca Fernanda Burgatti, mãe da aniversariante e também do ator Lucas Burgatti.

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